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Mensagem do Presidente

Este século é uma era de sensibilização, de restauração, de um novo olhar voltado para a conexão do Homem com o seu Planeta. Estamos presenciando mudanças de paradigmas. Novas abordagens sobre a ciência, sobre a história natural, a filosofia, e a forma como o "Homo urbanus" interage no seu meio. Convidamos você a debater essa nova visão ecológica, conectada, virtual porém real, na qual ainda há perguntas sem respostas, e repensar novas atitudes capazes de transformar nosso ambiente ecológico


Nossas Incrições

DATA LIMITE INVESTIMENTO Obs
Até 30de Abril R$ 150,00
Até 31 de Agosto R$ 200,00 PODE SER PARCELADO EM 2X : 2 DEPÓSITOS NA CONTA DA SEB
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Inscrição


Palestras


Dr. Joaquim Olinto Branco - CTTMar.

27/09/2021 09:45

Ementa:

A palestra tem como objetivos abordar as dificuldades e facilidades em pesquisa com aves marinhas no litoral brasileiro. Incialmente é chamado a atenção dos participantes para as características gerais das aves. Em seguida responde-se, o que é ser uma ave marinha. Onde são apresentadas imagens de aves adaptadas a voar longas distâncias com albatrozes, mas que apenas flutuam no mar, contrastando com os pinguins, excelentes mergulhadores e nadadores que não voam, além de outras adaptações, como posição dos pés em relação ao corpo, bico composto por placas, pés com membranas interdigitais e presença da glândula de sal. Elaborando um conceito para descrever coletivamente aves marinhas que passam suas vidas forrageando no mar e reproduzindo nos ambientes insulares, onde suas ordens e famílias apresentam diversas estratégias adaptativas. Discutido sobre a extensão da costa brasileira e seus arquipélagos oceânicos e feito uma menção sobre os 10 ou mais pesquisadores brasileiros com formação em aves marinhas, que poderiam orientar nos níveis de Mestrado e Doutorado. Apresentado quantas espécies nidificam no nosso litoral, bem como, pontuado as dificuldades e facilidades em trabalhos desenvolvidos no litoral de Santa Catarinas e algumas ilhas oceânicas. Finalizando com um panorama sobre os impactos causados nas populações de aves marinhas e as tendências de ocupação de áreas antrópicas por populações de algumas dessas espécies. 
Palavra-chaves: formação de pesquisadores, estratégias adaptativas


Dr. Joaquim Olinto Branco - CTTMar.

29/09/2021 09:45

Ementa:


Dr. Vladimir Stolzenberg Torres – SMMPA

30/09/2021 09:45

Ementa:

As florestas, como parte da vegetação, são um dos principais componentes naturais que garantem a vida sobre a superfície da Terra. Elas exercem papel importantíssimo no equilíbrio ambiental, proporcionando aos seres vivos, inclusive ao homem, abrigo e segurança para uma vida saudável. A existência de uma grande diversidade vegetal permite que se encontrem florestas em quase todos os lugares na superfície do planeta. Esta diversidade possibilita a existência de várias espécies crescendo no mesmo habitat, competindo simultaneamente pelos espaços e alimentos, de acordo com suas necessidades.

As diferentes associações de espécies florestais determinam as condições do ambiente para cada local. Caso o ambiente sofra modificações pela interferência do homem ou por outro tipo de ação, as associações vegetais também se modificam e adaptam-se às novas condições. Normalmente estas alterações ocasionam um empobrecimento da qualidade da floresta tanto na produção quanto na sua participação nos efeitos sociais.

Os benefícios indiretos que as florestas oferecem ao homem são de grande valor, pois têm forte influência sobre a qualidade da água, do ar, do solo e das paisagens, permitindo que as comunidades desenvolvam saudáveis momentos de recreação e lazer.

As florestas têm influência direta sobre o clima, provocando variações na temperatura do ar, atuando e definindo as médias, máximas e mínimas, as diferenças entre as temperaturas máximas e mínimas diárias, mensais e nos diferentes períodos do ano. Influencia diretamente na umidade relativa do ar e, principalmente, na transpiração e na evapotranspiração dos seres vivos. Reduzem a velocidade dos ventos,

favorecendo a recreação ao ar livre e proporcionando um perfeito intercâmbio entre o ar puro e poluído, principalmente nas regiões metropolitanas.

As florestas sempre exerceram indiscutível influência no progresso e na cultura da humanidade. Elas precedem e condicionam o desenvolvimento das civilizações, uma vez que a madeira sempre foi produto imprescindível para as mais variadas utilidades, especialmente como combustível e material de construção em todos os tipos de sociedade, durante mais de cinco séculos, até meados do século dezenove. Alguns países do primeiro mundo, nos últimos anos, deram-se conta da deficiência de suas reservas florestais e da sua importância pela oferta dos valores diretos e indiretos, e começaram uma corrida pela substituição da madeira por outros tipos de produto, especialmente o plástico, em tudo o que é possível. Por outro lado, os países em desenvolvimento, especialmente os da América, África e Ásia, continuam sofrendo extraordinárias agressões em suas matas naturais, resultando numa desenfreada devastação, cujos efeitos são, hoje, calamitosos e catastróficos, tanto para o ser humano como para a fauna.

 

Clique aqui para baixar o artigo completo.


Dr. Jair Putzke  - UNIPAMPA

28/09/2021 16:15

Ementa:

A palestra pretende apresentar um esboço geral de como se realizam pesquisas com plantas que ocorrem no ambiente antártico e os resultados que vem sendo encontrados. Incialmente será discutida a composição florística e a distribuição das espécies. Serão apresentadas as listas de distribuição pelas Ilhas Shetland do Sul, principal área de estudo do grupo e os principais fatores que influenciam nesta distribuição, tanto bióticos como abióticos. Os estudos que o Brasil vem realizando na região serão discutidos e as perspectivas de trabalhos futuros focando nos efeitos das mudanças climáticas abordados. Ainda serão tratados os efeitos das espécies introduzidas sobre o ambiente antártico, a relação plantas/fungos e o futuro das comunidades vegetais/animais em áreas livres de gelo. Finalizando com um panorama sobre os impactos causados nas comunidades com a presença humana neste ambiente pristino.

 
Palavra-chave: botânica antártica, formação de pesquisadores, fitossociologia.


Dr. Cleber J. R. Alho - UnB

29/09/2021 08:00

Ementa:

Sumário. O uso da energia elétrica é fundamental para as civilizações do mundo de hoje e o Brasil precisa produzir essa energia para seu desenvolvimento socioeconômico. Cerca de 65% da energia produzida no enorme território do país é de origem hidráulica, das hidrelétricas, e o restante vem de fontes de gás natural (perto de 9%), eólica (8%), biomassa (8%), nuclear (2,5%), derivados de petróleo (2%). A implantação dessas hidrelétricas cria sempre o conflito entre a necessidade da produção de energia de um lado, e por outro lado, o alto custo ambiental e ecológico desses empreendimentos. Esses custos são evidentes sob o enfoque biológico, quando interfere na história natural das espécies da biodiversidade; no enfoque ambiental, pela drástica mudança e alteração dos ambientes, com a inundação causada pelo reservatório criado com a barragem do rio; no enfoque ecológico, com a modificação e perda de habitats naturais, alteração de comunidades ecológicas, e outros impactos negativos. Há de se considerar, ainda, o enfoque legal face à legislação do país, incluindo a Constituição federal, que menciona que “para instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente”, há exigência de estudo prévio de impacto ambiental, visando identificar e avaliar os impactos ambientais na busca de ações de mitigação e compensação para esses efeitos negativos. Grandes reservatórios originados pelas barragens de grandes rios, como o rio Tocantins pela implantação de Tucuruí, com lago de 2.430 km², e com o subsequente resgate de 284.000 animais silvestres, incluindo 19.000 primatas; o rio Uatumã, com reservatório de 2.360 km² de Balbina, com 26.000 animais resgatados. Além das grandes hidrelétricas (como Itaipu no rio Paraná, com 14.000 MW; Belo Monte, rio Xingu, com 11.233 MW; Tucuruí, rio Tocantins, com 8.535 MW; Jirau, rio Madeira, com 3.750 MW); outros rios, em suas cabeceiras, em biomas diferentes, como no Pantanal, têm sido afetados pela implantação de pequenas centrais hidrelétricas. Nesta palestra, é feita uma análise dos impactos ambientais visando a identificação dos efeitos que afetam a biodiversidade, a avaliação da magnitude desses impactos, e as ações que visam a mitigação e a compensação das perdas biológicas, ecológicas e ambientais. O conhecimento acumulado pelos estudos de impacto ambiental (EIA) e seus efeitos que causam na ecologia e proteção da biodiversidade, responde às ações de monitoramento e outras atividades alinhadas em busca da proteção das espécies silvestres. Tais ações integradas ao importante contexto ecológico e ambiental devem levar à consolidação de medidas visando a enfrentar os impactos negativos, em confronto com os impactos positivos de produção de energia que o país demanda.


Dr. Flávio J. Lima Silva - UERN

28/09/2021 11:00

Ementa:

Projeto Golfinho Rotador: 3 décadas de ações para a conservação de golfinhos e de Fernando de Noronha e área oceânica;

Projeto Coral Vivo: pesquisa e conservação de corais no Brasil;

Projeto Meros do Brasil: conservando os meros no Brasil;

Projeto TAMAR: 40 anos conservando as tartarugas marinha no Brasil:

Projeto Baleia Jubarte: desvendando os mistérios das gigantes dos oceanos

Projeto Albatroz: conservação de albatrozes e petréis.


Dra. Ana Maria de Meira - USP

30/09/2021 16:15

Ementa:

Palestra Educação Ambiental e Resíduos Sólidos: trata de processos educativos e ações institucionais sobre o tema, destaca os documentos e legislação base para a gestão de resíduos, a importância de adoção de princípios voltados à não geração, redução, reutilização e reciclagem. Apresenta exemplos de ações que podem ser desenvolvidas nas instituições voltadas a práticas de educação ambiental e resíduos sólidos.

Palestrante: Educadora Ambiental Ana Maria de Meira de Lello Organização do conteúdo: Letícia de Morais Bueno, Beatriz Mattos de Lima, Isabela Butturi Gevartoski, Mariana Costa Pereira.

Qualquer dúvida estamos a disposição.

um abraço,

Atenciosamente,

Ana Maria

 


Dra, Myrna F. Landim - UFS

30/09/2021 08:00

Ementa:

Considerando a relevância de uma educação científica crítica para uma formação cidadã, particularmente em um contexto diverso e desigual como o da sociedade brasileira, pretendemos discutir a importância da inclusão da alfabetização científica e da abordagem de questões sociocientíficas no ensino de ecologia em uma perspectiva CTS. O currículo de Ciências e Biologia, particularmente, face sua diversidade de conteúdos ambientais e sua relevância para a vida cotidiana dos discentes, apresenta grande potencial para essa organização curricular. Para tanto, o livro didático pode revestir-se de importante papel, embora ainda apresente, de forma geral, uma estrutura “conteudista” e não problematizadora dos temas neles abordados.


Dr. Geraldo Majela Moraes Salvio - IFSudesteMG

27/09/2021 09:45

Ementa:

Com a evolução humana, a cada geração acabamos por nos distanciar da natureza, da qual somos parte. Esse distanciamento acabou por gerar distorções entre as nossas relações com os demais seres vivos, distorções que provocam agressões à natureza e que

reverberam sobre a nossa própria espécie, disseminando doenças, causando mudanças climáticas e nos fazendo perder qualidade de vida. Nesse sentido, há necessidade urgente de nos reaproximarmos dos demais elementos naturais e assim construirmos uma nova sociedade, dessa forma, as Áreas Naturais Protegidas representam a melhor estratégia para buscarmos essa reconexão.

Núcleo de Ciências Ambientais Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais - Campus Barbacena


Dr. Marcelo Santini. - INPE

28/09/2021 16:15

Ementa:

A Antártica é conhecida como o continente dos extremos. É o continente mais isolado, com maior altura média, mais seco, frio, concentra 70 a 80% da água doce e 90% do gelo do planeta e conecta todos os oceanos do globo. Ela é caracterizada por um complexo sistema de interações entre a atmosfera, gelo continental, gelo marinho, oceano e fatores biológicos que faz com que ela seja também umas regiões mais sensíveis às elevações da temperatura, sejam atmosféricas ou oceânicas. Embora pareça estar tão distante da realidade brasileira, ela influencia o clima do América do Sul e de diversas partes do planeta agindo como regulador térmico e através de seu papel na absorção de CO2 antropogênico. Serão apresentadas as características do clima atuantes na região Antártica e as principais características do Oceano Austral, assim como suas alterações inseridas em um cenário de mudanças climáticas. Também serão discutidas as relações entre a Antártica e o clima da América do Sul, mais especificamente, com o clima do Brasil.

Dr. Marcelo Freitas Santini

LOA - Laboratório de Estudos do Oceano e da Atmosfera

Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE


Dr. Geraldo Marques - UNEAL

27/09/2021 08:00

Ementa:

Uma pandemia similar à da atual Covid, ao contrário do que normalmente se pensa, já era perfeitamente previsível pela ciência desde pelo menos há uma década. Um modelo que partia de um epicentro em território chinês, previa uma epidemia viral com potencial de espalhar-se pandemicamente de forma rápida pelos diversos continentes. Uma recombinação aleatória de material genético entre espécies diferentes, favorecida por hábitos culturais e degradação ambiental sincronizados, seriam causas necessárias e suficientes. À época esperava-se que a convivência vicinal entre porcos, gansos e humanos, endemicamente persistente na China, fosse o próximo gatilho. Embora publicada em periódicos científicos, tal advertência não foi muito levada a sério, aparecendo a nova pandemia como uma grande novidade para a qual o mundo estava “totalmente despreparado”. Como acontece com as epidemias de um modo geral, fatores políticos e sociais foram imediatamente acoplados aos evidentes atores biológicos, o que tornou a pandemia muito mais complicada, gerando modelos conflituosos, como se fossem verdadeiros partidos políticos a despertar paixões desenfreadas. O modelo mais consensual é o que se assemelha à previsão mais antiga: o epicentro no mercado de Wuhan onde a intensa comercialização de fauna silvestre diversa favoreceria a recombinação. A minoritária prefere creditar a recombinação em laboratório de Wuhan, com espalhamento viral acidental ou intencional. Nesta palestra apresentaremos evidências que permitam aclarar o fenômeno, desmistificando as teorias da conspiração a respeito. Por outro lado, sustentaremos que este não é um fenômeno isolado, sendo perfeitamente plausíveis reincidências similares a prazos razoavelmente curtos, principalmente se continuarem as degradações das florestas tropicais, principalmente na Amazônia. Urgem, portanto, vigilância constante e preparação preventiva. 

Dr. José Geraldo Marques - Doutor Honoris Causa na UNEAL (Universidade Estadual de Alagoas)


Dr. Flavio Augusto Berchez – IB USP

28/09/2021 08:00

Ementa:

O litoral da América do Sul Atlântica e Sub-Antártica conta com grande diversidade de habitats marinhos, fundamentais para a manutenção da vida, prestando serviços ecossistêmicos de grande importância regional e planetária. São essenciais para a segurança alimentar e fornecem produtos, matérias primas e alimentos. Como exemplos mais relevantes podem ser citados, a partir das regiões mais ao sul, os Bosques de Kelps, as Praias de Cascalho, os Marismas, os Bancos de Gramas Marinhas, as Praias Arenosas, os Costões Rochosos, os Manguezais, os Bancos de Rodolitos e os Recifes de Corais. Cada habitat apresenta, ao longo do gradiente geográfico grande variação de suas características. Apesar do avanço no conhecimento ocorrido ao longo das últimas décadas, esses ambientes são ainda muito pouco estudados pela ciência, tanto em termos de distribuição como em seus aspectos funcionais, especialmente quando comparados aos terrestres. Da mesma forma, o conhecimento que a população e gestores têm acerca do que já se sabe sobre os habitats bentônicos é muito baixo. O presente estudo apresenta resultados preliminares evidenciando o conhecimento do público em geral sobre os diferentes hábitats, obtidos através de questionários enviados por redes sociais usando a estratégia “snowball”, os quais indicam um grau de conhecimento muito baixo, com notas abaixo de 2 (de 0 a 10) para todos os ecossistemas, menor ao considerarmos os ecossistemas não visíveis, permanentemente submersos, como os Bancos de Rodolitos. Esses dados são confirmados por outras avaliações independentes. Questionamentos realizados a alunos de graduação do Curso de Bacharelado em Ciência e Tecnologia da Universidade Federal do ABC (UFABC - Santo André), entre 2011 e 2019 mostraram que, de 810 graduandos, nenhum conhecia o termo “Banco de Rodolito” ou possuía qualquer ideia da existência deste tipo de ecossistema no litoral brasileiro. Entrevistas abertas aplicadas ao público adulto visitante do Parque CienTec da USP, entre dezembro de 2019 e fevereiro de 2020, também mostraram que, entre 36 pessoas consultadas, nenhuma tinha conhecimento da existência desse ecossistema. Considerando que um dos grandes desafios da Década do Oceano é a geração de conhecimento e a conscientização de todos para a conservação desses ambientes, seus ecossistemas e serviços conclui-se, com os resultados do presente estudo, a urgente necessidade de programas educacionais que venham a aumentar radicalmente o conhecimento e a sensibilização de todo o público em relação aos diferentes habitats marinhos. É este conhecimento e valorização que deverá sustentar ações eficientes para sua conservação e uso sustentável, contemplando-se adaptações que possam mitigar os danos das mudanças climáticas sobre esses ecossistemas e comunidades que deles dependem. Palavras chave: habitats bentônicos, ecossistemas bentônicos, alfabetização oceânica.


Dr. Ademir Reis – UFSC

27/09/2021 09:45

Ementa:


Dr. Fabiano R de Melo – FVU

27/09/2021 15:15

Ementa:


Dr. Joao Paulo Machado Torres UFRJ

29/09/2021 11:00

Ementa:

Mega Poluição: Perturbando o Sistema Ecológico e a Biofísica Ambiental

PCBs, DDTs e PBDEs estão classificados em uma importante subcategoria das STPs, os poluentes orgânicos persistentes (POPs). Estes compostos apresentam características combinadas de persistência ambiental, toxicidade, potencial bioacumulativo e elevada capacidade dispersiva, de acordo com a definição proposta pela Convenção de Estocolmo, em maio de 2001. PCBs constituem um grupo de 209 congêneres com toxicidade variada. Misturas comerciais de PCBs provocam uma ampla variação de efeitos tóxicos incluindo hepatomegalia, atrofia do timo, alterações no sistema imunológico, neurotoxicidade, toxicidade dérmica, entre outros. Estas várias respostas tóxicas são dependentes da via e duração de exposição da mistura de PCBs; da espécie utilizada considerando a idade e sexo do indivíduo e das características da mistura, o que inclui a sua pureza, a quantidade de cloro e a distribuição relativa de congêneres. O grupo dos DDTs é o mais conhecido dentre os pesticidas organoclorados e inclui os derivados clorados do difenil etano, entre eles o DDT e seus metabólitos diclorodifenildicloroetano (DDD) e diclorodifenildicloroetileno (DDE). Os efeitos tóxicos destes compostos relacionam-se principalmente a alterações no sistema endócrino, imune e reprodutivo. Em animais selvagens, o efeito tóxico do DDT mais marcante pode ser observado nas aves. Este efeito, promovido pelo metabólito p-p’DDE, é decorrente da inibição da enzima Ca+2-ATPase da glândula responsável pela formação da casca dos ovos, tornando-a fina, quebradiça e, consequentemente, reduzindo significativamente o sucesso reprodutivo devido à quebra frequente dos ovos, antes do desenvolvimento completo dos filhotes. Compostos retardantes de chama bromados (BFRs) são uma classe quimicamente diversa utilizadas em plásticos, têxteis, circuitos eletrônicos e outros materiais para prevenir incêndios. Entre os BFRs mais utilizados estão os difenis éteres polibromados (PBDEs) e os bifenilas polibromadas (PBB). Os PBDEs têm recebido atenção considerável devido à natureza bioacumulativa, pois são compostos lipossolúveis, com alta persistência ambiental, e uma grande variedade de efeitos biológicos relatados, tais como efeitos sobre a homeostase de hormônios esteroides e da tireoide, imunotoxicidade, e efeitos estrogênicos. Por outro lado, existe a classe dos PBDEs metoxilados (MeO-PBDEs), compostos produzidos por esponjas marinhas e pela associação de algas vermelhas com cianobactérias. Os MeO-PBDEs vem sendo encontrados no ambiente marinho, especialmente em predadores de topo, indicando que estes compostos naturais podem biomagnificar através das cadeias tróficas, atuando da mesma maneira que os PBDEs. O mercúrio encontrado no meio ambiente pode ser proveniente de fonte natural ou antropogênica. As maiores fontes naturais de mercúrio são o desgaste da crosta terrestre, emissões vulcânicas e desgaseificação da crosta. Como fontes antropogênicas estão incluídas diversas atividades: agricultura (fungicidas, pesticidas), industrial (cloro-soda, equipamentos elétricos, tintas), despejos de esgotos domésticos e industriais, medicina (produtos cosméticos e farmacêuticos), mineração (para amálgama do ouro), queima de combustíveis fósseis, entre outras atividades (ATSDR, 1999). No meio ambiente, o mercúrio pode formar diferentes compostos orgânicos ou inorgânicos (Nriagu, 1979). Dentre os possíveis compostos orgânicos formados, o metilmercúrio (MeHg) é o que apresenta maior toxicidade. O MeHg é altamente lipossolúvel e apresenta uma grande afinidade pelo grupo sulfidrílico presente nas proteínas, o que proporciona o seu transporte através das membranas celulares, causando danos ao tecido nervoso mesmo quando presente em baixas concentrações no organismo. O interesse em entender o comportamento do cádmio no meio ambiente advém do fato de tratar-se de um metal tóxico, que embora apresente-se largamente distribuído, se constitui em um elemento muito raro, visto que apresenta uma concentração média de cerca de 0,1–0,2 μg.g-1 na crosta terrestre. Porém, inúmeras atividades humanas, como a indústria do carvão e emissões de fábricas de fertilizantes fosfatados, provocam sua mobilização com consequente elevação da biodisponibilidade deste metal, de forma que há evidência crescente de que os níveis de cádmio no ar, na água e nos solos, em muitas partes do mundo, foram multiplicados diversas vezes, e que o ciclo biogeoquímico natural deste metal foi, em muito, superado. Os efeitos da toxicidade do cádmio em vertebrados se dão, principalmente, nos rins, no fígado e no metabolismo do cálcio no organismo. Nosso estudo prévio em amostras do ASPSP mostrou que a maior concentração de Cd foi encontrada no fígado de albacora-laje, se comparado com os valores encontrados nas amostras de músculo. Estudos relativos à transferência de cádmio através de vários níveis tróficos sugerem que somente os níveis inferiores exibem biomagnificação. O estanho tem sido alvo de pesquisas em ambientes aquáticos devido a contaminação ambiental por compostos orgânicos de estanho, os chamados compostos organoestânicos, em decorrência da natureza bioacumulativa e da toxicidade de tais substâncias. Os compostos organoestânicos têm sido amplamente utilizados como estabilizadores de cloreto de polivinil (PVC), catalisadores industriais para espuma de poliuretano e silicones, biocidas industriais e agrícolas, conservantes para madeira, e como componentes ativos de tintas utilizadas nas partes imersas de embarcações e estruturas flutuantes, visando impedir a incrustação de moluscos e crustáceos. Diferentemente dos organoestânicos, que são prontamente bioacumulados e encontrados em elevadas concentrações na biota, as espécies inorgânicas de estanho praticamente não são absorvidas pela mucosa gastrintestinal. Desta forma, pode-se presumir ser possível verificar a exposição aos compostos orgânicos de estanho através das concentrações de estanho total. Além dos POPs e metais já mencionados, o selênio é um elemento de grande importância fisiológica e ecotoxicológica, uma vez que é um micronutriente essencial para a maioria dos organismos. O selênio parece ser onipresente; entretanto, sua distribuição irregular sobre a superfície do planeta resulta em regiões com níveis naturais muito elevados ou extremamente baixos. Processos geofísicos, biológicos e industriais estão envolvidos no transporte e distribuição deste elemento, assim como em sua ciclagem; entretanto, a relativa importância destes processos ainda não foi estabelecida. O selênio também desempenha uma importante função protetora e antagônica contra a ação tóxica de certos elementos como, por exemplo, mercúrio e cádmio.


Ana Luiza Coelho Netto - UFRJ

29/09/2021 09:45

Ementa:

Evidencias geomorfológicas, geocronológicas e paleoambientais atestam que os movimentos gravitacionais de massa induzidos por eventos extremos de chuvas são fenômenos naturais e localmente recorrentes, pelo menos desde o Holoceno. Entretanto,

durante o chamado “Antropoceno”, a aceleração crescente das mudanças ambientais induzidas pelo histórico e atual uso e ocupação da terra, associadas a disritmia climática em curso, marcada pelo aumento na frequência de estiagens e dos eventos extremos de chuvas, colocam este fenômeno como uma ameaça natural (permanente) e com alto potencial de riscos, como observado nos eventos catastróficos de 1967 e 2011 no Estado do Rio de Janeiro. A palestra em foco reúne as pesquisas desenvolvidas pela equipe do Geoheco-UFRJ, de caráter multi-, inter- e transdisciplinar, sobre a natureza e magnitude dessas ameaças naturais, enfatizando a análise do papel das mudanças de uso da terra nas interações biota-solo-água que regulam a estabilidade das encostas nas regiões montanhosas, seguindo a abordagem geo-hidroecológica. Pretende-se, ao final, apontar caminhos possíveis e os desafios correntes para enfrentamento e convivência com esses fenômenos, diante da impossibilidade de evitar as próximas ocorrências.

Ana Luiza Coelho Netto, Professora Titular

Geoheco/Laboratório de Geo-Hidroecologia e Gestão de Riscos,

Depto. de Geografia, Instituto de Geociências - UFRJ


Dr. Kleber Del Claro - UFU

27/09/2021 15:15

Ementa:

Nesta palestra, apresento uma visão geral das interações planta-animal.

Discutiremos as origens dessas interações e como elas evoluíram para moldar a incrível biodiversidade de vida que nos rodeia, um objetivo principal da biologia evolutiva. As interações bióticas são dinâmicas e seus resultados variam no espaço e no tempo em um amplo espectro de positivo a neutro ou negativo. Nosso principal objetivo é apresentar as interações planta-animal como sistemas evolutivamente complexos que moldam as redes ecológicas que mantêm comunidades naturais viáveis.

Dr. Kleber Del Claro

Professor Titular do Instituto de Biologia/UFU Pesquisador do CNPq - 1A

Universidade Federal de Uberlândia - UFU UFU


Dr. Zander Navarro - Embrapa

29/09/2021 11:00

Ementa:

A exposição pretende demonstrar que o crescimento da agropecuária brasileira, no último meio século, assiste a uma transição, entre o modelo bimodal do passado e, crescentemente, o padrão unimodal que vai se tornando dominante, sob a hegemonia da agricultura empresarial de larga escala, em praticamente todas as regiões e marcando quase todos os ramos produtivos. São imensos, portanto, os desafios sociais, pois há substituição do trabalho humano pelo mecânico e os médios e pequenos produtores vão sendo pressionados, ante à alta concentração da riqueza, perdendo acesso aos mercados, especialmente os regionais. A exposição, contudo, será centrada nos temas ambientais, indicando que, sob a citada transição, vai deixando de existir a orientação rentista do passado e uma lógica crescentemen te capitalista se torna imperativa. Na nova ordem, são quatro os principais problemas ambientais: (i) a tendência à especialização (e, portanto, o incentivo à monocultura) afeta drasticamente a biodiversidade, o que pode ser extremamente danoso em uma agricultura tropical; (ii) a expansão da produção e o uso de sistemas de irrigação, os quais drenam continuamente os lençóis freáticos e, assim, o "problema da água" vai se tornando mais grave, agravado pelas mudanças climáticas;; (iii) a persistência em algumas regiões da lógica rentista do passado, sobretudo no norte do Centro-Oeste e na região amazônica, estimulando uma pecuária predadora responsável pelas queimadas e o desmatamento e, finalmente, (iv) as pressões internacionais que exigem um padrão de agropecuária mais sustentável.


Dr. Carlos Henrique Britto de Assis Prado - UFSCar

27/09/2021 11:00

Ementa:

A análise dos eixos lenhosos por meio de suas partes já modificadas e em modificação é central para capturar a arquitetura da copa lenhosa. A posição relativa da população de órgãos, a geometria (plagiotropia e ortotropia) e o ritmo de crescimento dos eixos fazem parte dessa análise para reconstrução da história da copa. Por outro lado, o destino do meristema apical e a estrutura das gemas laterais nos dizem muito sobre o futuro dos eixos lenhosos. Por meio desse olhar pretérito, presente e futuro das estruturas lenhosas e seus produtos anexos (folhas e flores) poderemos entender como a copa edifica suas unidades arquitetônicas. Os módulos de construção desde nó-entrenó até as reiterações também ajudam a definir a estrutura e como a aquisição do espaço aéreo é realizada por cooperação de eixos lenhosos individualizados no tempo e no espaço. Serão mostradas simultaneamente duas abordagens complementares para a análise arquitetural da copa lenhosa. A abordagem botânica desenvolvimentista estabelecida desde a década de 70 do século passado e a abordagem de redes publicada em 2020 por grupos de pesquisa no Brasil.


Dra. Yara Schaeffer Novelli - IOUSP

28/09/2021 09:45

Ementa:

Era uma vez um país que não sabia como chamar o conjunto de ambientes e de ecossistemas das zonas costeira e marinha. Nossa abordagem sobre o tema visita fases da formação das massas continentais desde o Hadeano -- início da formação do Planeta Terra de 4,6 bilhões de anos à cerca de 4 bilhões de anos, até os tempos atuais. Com essa viagem pela “linha do tempo” do Hadeano ao Antropoceno, são destacadas algumas das principais mudanças geomorfológicas, em conjunto com variações climáticas, químicas e biológicas, associadas à deriva continental, alterações térmicas e aos diferentes níveis do mar ao longo do tempo geológico. Destacamos a formação do Oceano Atlântico, o fundo oceânico e as margens continentais da América do Sul e da África. Nesse “novo ambiente atlântico” considera-se o conceito de Amazônia Azul (aprox. 3,6 milhões de quilômetros quadrados), dos Grandes Ecossistemas Marinhos (Large Marine Ecosystems), além dos Domínios Marinhos e das Províncias Marinhas sob a égide da Lei No 7.661, de 16 de maio de 1988 que dispõe sobre a proteção dos recursos naturais do meio ambiente marinho. Finalizando a exposição de motivos, são introduzidos alguns resultados mais evidentes de impactos naturais e induzidos pelo homem no Antropoceno; como eventos extremos e espécies marinhas brasileiras ameaçadas de extinção. Ao final dessa sequência de fatos, acreditamos que a partir de referências a “processos, funcionamento e conectividade entre os ecossistemas costeiros e marinhos”, tenhamos construído as bases para o entendimento da publicação do IBGE (2019) sobre o Sistema Costeiro-Marinho do Brasil, compatível com a escala de 1:250.000. Assim, foi atendida importante demanda sobre a caracterização unitária desses ambientes e ecossistemas, conferindo unidade à caracterização dos ca. de 8.000 km de contato da terra emersa com o mar/oceano – Amazônia Azul, processos marinhos e costeiros de conectividades horizontal e vertical, justificando tratamento como uma estrutura ambiental (sedimentos, vegetação, fauna e feições geomorfológicas particulares) componentes do Sistema Costeiro-Marinho do Brasil.


Dr. Augusto Cesar Franco - UnB

27/09/2021 11:00

Ementa:

 

Augusto Cesar Franco

Departamento de Botânica

Universidade de Brasília

 

O alagamento do solo, pela elevação do lençol freático ou por transbordamento lateral do rio, expõe a vegetação lenhosa associada a uma alternância bem definida entre fases terrestres e aquáticas. A sua frequência, duração e intensidade determinam quais espécies germinam, se estabelecem e se reproduzem ao longo do gradiente do nível de inundação, o que impõem uma forte pressão seletiva sobre as espécies lenhosas que colonizam estes ambientes. A germinação e o estabelecimento bem-sucedidos das plântulas formadas são etapas cruciais para a manutenção e expansão das populações de plantas e recuperação após perturbações. Portanto, nesta palestra, eu foco nas respostas e adaptações ao alagamento nas fases iniciais do ciclo de vida de espécies arbóreas típicas de florestas tropicais sazonalmente inundadas. Estas espécies demonstram tolerância extrema à inundação. Muitas são capazes de germinar na água ou suas sementes permanecem viáveis após longos períodos de submersão, germinando prontamente durante a fase terrestre. Suas plântulas são capazes de tolerar submersão parcial ou total que pode durar várias semanas ou meses a cada ano. Os mecanismos que permitem que várias espécies arbóreas tropicais sejam tão tolerantes à inundação prolongada não foram completamente elucidados. Eu apresento o estado atual da nossa compreensão sobre como essas árvores notáveis reagem ao alagamento prolongado e discuto mecanismos fisiológicos, respostas metabólicas e adaptações anatômicas que podem contribuir para seu sucesso em ecossistemas sazonalmente inundados.

Apoio: CNPq, FAPDF

Dr. Augusto Cesar Franco - Departamento de Botânica

Universidade de Brasília


Dra. Leda Lorenzo Montero - UNIFESP

29/09/2021 09:45

Ementa:

O objetivo da palestra é dar, inicialmente, um panorama conceitual sobre a Agroecologia, definida como a ciência, a pratica e o movimento social estruturados em torno à produção, distribuição e consumo de alimentos seguindo pautas amigáveis para a sociedade e o meio ambiente. A partir dessa contextualização teórica, será abordada a questão de como a Agroecologia pode contribuir para uma melhor gestão dos recursos naturais, mantendo ao mesmo tempo, o provimento de serviços ecossistêmicos fundamentais à vida humana, principalmente, a produção de alimentos. Finalmente, os conceitos serão ilustrados com algumas experiências que mostram o potencial das técnicas e práticas agroecológicas para contribuir para a conservação da natureza, a educação ambiental e a criação de modos de viver mais ecológicos.


Dr. Sebastião Venâncio Martins - UFV

28/09/2021 15:15

Ementa:

Através de um convênio entre o Laboratório de Restauração Florestal da UFV (LARF) e a CMPC Celulose Riograndense iniciado em 2011, foram desenvolvidas e implantadas técnicas para a restauração ecológica de Áreas de Preservação Permanente (APPs) em hortos florestais da empresa em vários municípios do Rio Grande do Sul. Antes do inicio do projeto, os principais problemas que dificultavam a restauração das APPs era a entrada de bovinos e equinos de terceiros, o elevado custo da restauração florestal convencional com plantio em área total, uma vez que se tratava de cerca de 900 hortos florestais. Assim, o primeiro passo foi a busca de soluções alternativas para potencializar a restauração e reduzir os custos. Foram inicialmente selecionadas espécies tolerantes à herbivoria e outros danos provocados por bovinos e equinos, e implantadas núcleos de mudas cercados. Técnicas auxiliares também foram implantadas como instalação de poleiros artificiais e de rugosidades. Outro ponto crítico para a restauração florestal em larga escala nas APPs era a baixa disponibilidade de viveiros de produção de mudas de espécies nativas regionais, assim, através do projeto foi realizada a transferência de tecnologia do LARF-UFV de resgate de mudas em talhões de eucalipto, o que possibilitou aumentar a diversidade de espécies na restauração bem como utilizar mudas já adaptadas as condições ambientais da região. O sucesso desta técnica foi muito expressivo, com altas taxas de sobrevivência, sendo que atualmente todas as mudas de espécies nativas regionais utilizadas na restauração das APPs provem do resgate em talhões de eucalipto. Ao longo destes 10 anos do projeto o monitoramento vem sendo constatado o avanço da cobertura florestal dessas APPs, com o retorno da diversidade arbustivo-arbórea original destas áreas.

Dr. Sebastião Venâncio Martins - Professor Titular - Bolsista Produtividade 1A CNPq - Laboratório de Restauração Florestal - Depto. de Engenharia Florestal - Universidade Federal de Viçosa, campus Viçosa, MG, Brasil


Dr. Mauricio Lamano - Universidade 9 de Julho

27/09/2021 11:00

Ementa:

As grandes e médias cidades brasileiras tiveram desenvolvimento ambiental negligenciado ao longo do século XX, com especial foco para o capital econômico. A expansão da infraestrutura cinza trouxe uma série de problemas de ordem socioambiental, os quais implicam em consequências severas para os habitantes de centros urbanos (e.g. enchentes, altos índices de poluição atmosférica). Um dos principais problemas ambientais foi a perda da biodiversidade e a falta de planejamento estratégico para as áreas verdes urbanas, as quais promovem uma série de serviços ecossistêmicos. Atualmente, gestores públicos enfrentam o grande desafio de fazer a manutenção destes espaços ecologicamente necessários, com inúmeros problemas, como por exemplo, a homogeneização biótica em locais "que seriam supostamente" megadiversos, a dificuldade de conectar fragmentos por meio de corredores ecológicos e a falta de espaços que propiciem benefícios à qualidade física e mental dos habitantes citadinos. Desta forma, torna-se urgente e necessária a ampliação e manutenção de áreas verdes urbanas, porém, deve-se criar planos estratégicos para tal "esverdeamento urbano", dada a atual complexidade do uso do solo das cidades.


Dr. Alcindo Neckel - IMED

29/09/2021 15:15

Ementa:

Os cemitérios urbanos em relação ao processo de expansão urbana foram envolvidos por residências em escala global. Estes cemitérios urbanos encontravam na 3ª a 5ª camada de sepultamentos, estão suportando uma maior deposição de cadáveres, sendo capazes de contaminar grandes regiões. É fundamental para a sustentabilidade que os projetistas de futuros cemitérios levem isso em consideração, a fim de minimizar a deposição e movimentação desses contaminantes no perfil do solo. O objetivo do estudo é identificar os níveis de contaminação de determinados elementos perigosos, especificamente metais pesados, no solo de cemitérios urbanos horizontais que não utilizam herbicidas para o controle de ervas daninhas. Nisso, buscaram-se soluções para a construção de futuros cemitérios urbanos capazes de mitigar ainda mais a contaminação do meio ambiente pelo aumento de enterros. Os solos de três cemitérios urbanos (A, B e C) na cidade brasileira de Carazinho, no Estado do Rio Grande do Sul, foram mostrados com 5 pontos de monitoramento na área interna e 5 pontos na área

externa dos cemitérios. Em cada ponto, foram realizadas 3 repetições em duas profundidades (0-20 e 20-40 cm), totalizando 180 amostras ao todo, para determinar a concentração dos seguintes metais: cobre (Cu), zinco (Zn), ferro (Fe ), manganês (Mn), chumbo (Pb) e cromo (Cr) (g kg-1 ). Além disso, foram realizadas entrevistas online com 15 arquitetos que projetam cemitérios. As soluções de projeto arquitetônico para mitigar a contaminação ambiental foram modeladas utilizando o sistema Building Information Modeling (BIM). Os resultados mostraram excesso de Cu no solo dos cemitérios A, B e C, superando os padrões permitidos pela legislação federal brasileira. 80% dos arquitetos entrevistados manifestaram preferência pelo cemitério vertical, com sistemas de tratamento de gases e efluentes para mitigar os impactos ambientais.

Dr. Alcindo Neckel | Professor Doutor

Curso de Arquitetura e Urbanismo | IMED Campus Passo Fundo


Dr. Paulo Sergio de Sena - Centro Universitário Teresa D´Ávila

29/09/2021 15:15

Ementa:

O designer sustentável pensa a partir de um conjunto de ferramentas, conceitos e estratégias que buscam desenvolver produtos, serviços e soluções com a dialogia da sustentabilidade. A proposta é apresentar a ferramenta Ciclo de Vida do Produto como um contributo para otimizar o uso sustentável de lugares sob orientações conservacionistas.


Dra. Helena Maura Torezan Silingardi - UFU

28/09/2021 15:15

Ementa:

Das grandes belezas da natureza pode ser encontrada nas flores, com suas muitas cores, formas e perfumes que atraem pessoas e também animais. A maioria das plantas depende em maior ou menor grau dos animais para serem polinizadas, frutificar, produzir sementes e conseguir manter sua população viável num dado ambiente. Mas, a relação entre a flor e seus visitantes envolve muito mais do que apenas o mutualismo com seus polinizadores. Interações antagonistas como a herbivoria floral ou florivoria são muito frequentes e apresentam diversos impactos sobre a visitação da flor. Como consequência, a planta poderá apresentar menor quantidade de flores viáveis para receber os polinizadores, e assim ter um decréscimo na sua visitação e posterior frutificação, ou então podemos ter uma exceção à regra e o florívoro também é o polinizador. Esse sistema pode ficar ainda mais complexo quando predadores de florívoros estão presentes no sistema. A palestra apresentará um modelo de estudo da ação dos florívoros e seus predadores, com efeitos condicionais sobre a frutificação de espécies do Cerrado.

Dra. Helena Maura Torezan Silingardi. Instituto de Biologia - Universidade Federal de Uberlândia - Brasil


Dra. Clarice B. Mendes - UERJ

28/09/2021 09:45

Ementa:

A maior parte da superfície terrestre já foi modificada pela ação antrópica, majoritariamente para a expansão de áreas urbanas e de fronteiras agrícolas. Atualmente, 70% das florestas do mundo estão localizadas a 1 km ou menos de distância de bordas de fragmentos de habitat. Dentro deste contexto, a perda e a fragmentação de habitat são consideradas como algumas das maiores ameaças à biodiversidade global, sendo grandes responsáveis pela atual taxa de perda de espécies e modificação de serviços ecossistêmicos. Entretanto, ainda há pouco consenso na Ecologia sobre como as espécies respondem à perda e fragmentação de habitat, e qual a magnitude desta resposta. Nesta palestra, serão abordadas as principais e mais recentes hipóteses científicas que investigam esse tema (Hipótese da Quantidade de Habitat, limiares de resposta à perda de habitat, fragmentação per se, SLOSS, entre outros)

dentro da abordagem da Ecologia de Paisagens. Também serão discutidas as implicações dessas hipóteses e quais são os direcionamentos futuros para a Biologia da Conservação que elas apontam.



Mini Cursos


Dr. Joaquim Olinto Branco - CTTMar.

01/10/2021 08:00

Ementa:

Introdução ao tema, principais metodologias utilizadas no estudo das comunidades. Estratégias reprodutivas e de alimentação em aves marinhas continentais e oceânicas. Interação entre pescadores e aves marinhas e programas de conservação no Brasil.


Dra. Ana Tereza Araujo Rodarte - UFRJ

01/10/2021 08:00

Ementa:

Padrões fenológicos são de grande importância para o entendimento da reprodução das plantas e da organização espaço-temporal dos recursos disponíveis no ambiente aos animais associados (polinizadores e dispersores). Um dos maiores desafios dos estudos dessa natureza, nos trópicos, é a grande diversidade e heterogeneidade ambiental encontradas nessas regiões. O mini-curso será baseado em aulas teóricas, envolvendo os seguintes temas: resumo histórico sobre fenologia, conceitos (fase, fenofase, período, sub-período, duração, amplitude, estádio, sazonalidade), métodos de amostragem; compreensão sobre a biologia das flores (estrutura e função), recursos, visitantes florais e influência da fenologia na reprodução; entendimento da fenologia como estratégia reprodutiva a nível individual (display e longevidade floral), populacional (sincronia entre indivíduos e período de floração das espécies) e de comunidades (padrões agregados, segregados ou aleatórios). Além disso, o minicurso a abordará os cálculos dos índices de sincronismo, de atividade e de intensidade. Também serão abordadas as possíveis relações com fatores bióticos (polinizadores e dispersores) e abióticos (variáveis climáticas, como fotoperíodo, temperatura, precipitação). Em complemento, estudos de caso serão sempre abordados durante as aulas.


Dra. Edisa Nascimento – IB/USP

01/10/2021 14:00

Ementa:


Dr. Vladimir Stolzenberg Torres - SMMPA

01/10/2021 08:00

Ementa:

Princípios de Direito Ambiental. Proteção do meio ambiente na Constituição Federal. Repartição de competências em matéria ambiental. Política Nacional do Meio Ambiente. Instrumentos de Política Ambiental: Zoneamento Ecológico-Econômico. Padrões de Qualidade Ambiental. Avaliação de impactos ambientais – EIA/RIMA e licenciamento ambiental. Tutela do Risco. Responsabilidade civil ambiental: o dano ambiental e a sua reparação. Infrações administrativas e crimes ambientais. Termos de compromisso e ajustamento de conduta – TAC. Tutela jurídica da biodiversidade e florestas: o Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC e o Código Florestal. Compensação Ambiental. Política Nacional de Resíduos Sólidos. Direito de Águas. Ar e Atmosfera
 


Dr. Vladimir Stolzenberg Torres – SMMPA

01/10/2021 14:00

Ementa:

Os ecossistemas urbanos e a ciência da ecologia. Contabilidade urbana: metabolismo, energia e pegada ecológica. Processos do ecossistema urbano. Ecologia dos organismos urbanos. Importância dos inventários e estudos da dinâmica da diversidade. Estabelecimento e manejo da arborização urbana como determinante de formação de corredores ecológicos. Conseqüências da ecologia urbana.


Dr. Mauro J. Cavalcanti - Ecoinformatics Studio

01/10/2021 08:00

Ementa:

Objetivos: Apresentar os conceitos básicos, principais métodos e aplicações da teoria de ilhas em ecologia, capacitando os participantes a utilizá-los efetivamente em estudos ecológicos e biogeográficos, inclusive de cunho conservacionista.
 Métodos e Técnicas: Apresentação de conceitos teóricos, estudos de casos e demonstrações práticas em computador com o software R. 
Ementa:
1. INTRODUÇÃO: Histórico. Padrões de ilhas. Ilhas reais e ilhas virtuais. 
2. A CONDIÇÃO INSULAR: Fatores determinantes da composição das biotas insulares. Isolamento. Competição modificada. Restrição de espaço. Clima moderado. 
3. TIPOS DE ILHAS: Ilhas continentais. Ilhas oceânicas.. Agrupamento de ilhas. 
4. DISPERSÃO À LONGA DISTÂNCIA E COLONIZAÇÃO: Dispersão à longa distância. Anemocoria. Hidrocoria. Zoocoria. Dispersão ativa. Perda da capacidade de dispersão. Colonização de ilhas. 
5. PADRÕES DE EVOLUÇÃO INSULAR: Especiação em ilhas. Endemismo. Gigantismo e nanismo. Radiação adaptativa. O ciclo do táxon. 
6. TEORIA DA BIOGEOGRAFIA INSULAR: Relação espécies/área. Curvas de colonização. O modelo do equilíbrio. Biogeografia experimental: experimentos de colonização, defaunação e introdução de espécies. 
7. ECOLOGIA DE ILHAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE: Biogeografia insular aplicada: delimitação de reservas naturais. Conservação e restauração de ambientes insulares. 
Bibliografia Básica: 
Carlquist, S. 1966. The biota of long-distance dispersal. I. Principles of dispersal and evolution. Quarterly Review of Biology 41: 247–270. 
Darwin, C. 1859. A Origem das Espécies. Hemus Livraria Editora, São Paulo, 1981. 
Dawson, M. N. 2016. Island and island-like marine environments. Global Ecology and Biogeography 25: 831-846. 
 Emerson, B. C. 2002. Evolution on oceanic islands: molecular phylogenetic approaches to understanding pattern and process. Molecular Ecology 11: 951-966. 
MacArthur, R. H. & Wilson, E. O. 1963. An equilibrium theory of insular zoogeography. Evolution 17: 373–387. 
Paulay, G. 1995. Biodiversity on oceanic islands: Its origin and extinction. American Zoologist 34: 134-144. 
Quammen, D. 2008. O Canto do Dodô: Biogeografia de Ilhas numa Era de Extinções. Companhia das Letras, São Paulo.
 Ricklefs, R. E. & Bermingham, E. 2008. The West Indies as a laboratory of biogeography and evolution. Philosophical Transactions of the Royal Society of London 363: 2393-2413. 
Simberloff, D. S. 1974. Equilibrium theory of island biogeography and ecology. Annual Review of Ecology and Systematics 5: 161-182.
 Whittaker, R. J., Fernández-Palacios, J. M., Matthews, T. J., Borregaard, M. K. & Triantis, K. A. 2017. Island biogeography: Taking the long view of nature’s laboratories. Science 357: eaam8326. 
Suplementar: 
Gorman, M. L. 1979. Island Ecology. Chapman and Hall, London. 
Losos, J. B. & Ricklefs, R. E. (Eds.). 2009. The Theory of Island Biogeography Revisited. Princeton University Press, Princeton. 
MacArthur, R. H. & Wilson, E. O. 1967. The Theory of Island Biogeography. Princeton University Press, Princeton. 
Whittaker, R. J. & Fernández-Palacios, J. M. 2007. Island Biogeography: Ecology, Evolution, and Conservation. Oxford University Press, Oxford.


Dr. EDISON BARBIERI

01/10/2021 14:00

Ementa:

Número de alunos 30

O mini curso abordará as relações e processos fundamentais dos fatores ambientais e os diferentes efeitos nos níveis de organização dos seres vivos. Apresenta também métodos de como avaliar efeitos de fatores ambientais sobre organismos cultiváveis.
A disciplina tem como principais objetivos: Introduzir aos alunos conceitos avançados sobre as interações entre os organismos aquáticos e o ambiente estuarino e os mecanismos de adaptações ao mesmo. 
•    VAMOS VER QUAIS OS PROCESSOS MAIS IMPORTANTES:
•    sob vários ponto de vista
•    circulação
•    geomorfologia físico-químico 
•    cadeia trófica
Parte 1: Geomorfologia, oceanografia física e química do estuário
Parte 2. Produção primária:Fitoplâncton, Mangue, marismas e algas estuarinas
Parte 3. Comunidades estuarinas: Zooplâncton , bentos, Necton 
Parte 4. Microbiologia estuarine e detritívoros
Parte 5. Impacto anpropológico 

Bibliografia
BARNES, S. K & R. N. HUGHES (1988). An introduction to marine biology. Blackwell Scientific Publications, Cambridge, Mass.: 351pp. 
BOUGIS, P. (1974a). Ecologie du plancton marin Tome I- Le phytoplancton. Masson et Cie., Paris: 195pp. 
BOUGIS, P. (1974b). Ecologie du plancton marin Tome II- Le zooplancton. Masson et Cie., Paris: 200pp. 
CHENG, T. (ed) (1971). Aspects of the biology of symbiosis. University Park Press, Baltimore: 327pp. 
CUSHING, D.H. (1975). Science and the fisheries. Studies in biology no. 85. Edward Arnold: 60pp. 
CUSHING, D.H. (1975). Marine ecology and fisheries. Cambridge University Press, Cambridge: 235pp. 
DIETRICH, G.; KALLE, K.; KRAUSS, W. & SIEDLER, G. (1980). General Oceanography: An introduction. John Wiley & Sons, New York: 626pp. 
GRAHAME, J. (1987). Plankton and fisheries. Edward Arnold, Baltimore: 140pp. 
HOLME N.A. & A.D. McINTYRE (1984). Methods for the study  marine benthos. Blackwell Scientific Publications, London: 387pp. 
McLUSKY, D.S. (1981). The estuarine ecosystem. Blackie, Glasgow: 215pp. 
NEWELL, G.E. & NEWELL, R.C. (1963). Marine Plankton. A pratical guide. Hutchinson, London: 244pp. 
NYBAKKEN, J.W. (2001). Marine Biology, an ecological approach. Benjamin Cummings: 516pp. 
RAYMOND, J.E.G. (1980). Plankton and productivity in the 
RUSSEL, F.S. (1927). The vertical distribution of plankton in the sea. Biological Revue, 2: 213-262. 
SIEBURTH, J.M.S. (1979). Sea microbes. Oxford University Press, New York: 491pp. 
SINCLAIR, M. (1988). Marine populations. An essay on population regulation and speciation. University of Washington Press, Seattle: 252pp. 
SOULE, D.F. & G.S. KLEPPEL (1988). Marine oganisms as indicators. Springer-Verlag, New York: 342pp. 
SOURNIA, A. (ed.) (1978). Phytoplankton manual. Unesco, Paris: 337pp. 
STEEDMAN, H.F. (ed.) (1976). Zooplankton fixation and preservation. Unesco, Paris: 350pp. 
WOOD, E. (1987). Subtidal ecology. Edward Arnold, London: 125pp. 
 


Dra. Alana Drielle Rocha - CTTMar

01/10/2021 08:00

Ementa:

Objeto de Estudo: Athene cunicularia (coruja buraqueira) 

Ementa: Introdução às Aves de Rapina (foco nas corujas). Principais metodologias utilizadas para o estudo da população com técnicas de captura, manejo e biometrias. Caracterização da espécie, dos seus principais comportamentos e análise de sua dieta.  
 


Ph.D. Márcio Amorim Efe - LABECAN - UFAL

01/10/2021 14:00

Ementa:

Ph.D. Márcio Amorim Efe - LABECAN - UFAL

1 - Introdução à observação e identificação de aves

Características morfológica das aves e seus ambientes;

Técnicas e equipamentos para observação e identificação;

Sinopse das principais famílias e espécies;

2 - Aspectos gerais sobre Migração de aves

Conceito

Tipos de deslocamento v Fatores que influenciam v Orientação

Rotas

3. Técnicas de pesquisa em Ornitologia

Técnicas e equipamentos para captura;

Técnicas de marcação v Métodos de coleta de dados biométricos

Noções de Censo

4. Uso dos dados na conservação das aves

Aspectos da conservação v Inventariamento

Monitoramento v Manejo


Dr. Robert Betito – FURG

01/10/2021 14:00

Ementa:

- Organização biológica: forma/função, simetria, movimento, dispersão, relação superfície-volume, alometria e crescimento, hierarquia e tamanho, nichos e guildas, diversidade-equitatividade, leis térmicas ecológicas, sincronismo ecológico, estratégias evolutivas de reprodução e de alimentação, sazonalidade e fatores organizadores de padrões temporais e espaciais. - Sistemas dinâmicos não-lineares: escalas em ecologia, caos x ordem, equilíbrio pontuado, teoria das catástrofes, bifurcações, teoria dos jogos, competição x cooperação, teoria da informação, redes tróficas, controles ‘top-down’ e ‘bottom-up’, efeitos da pesca e da latitude, respiração, omnivoria, conectância, estabilidade, maturidade, entropia, ascendência, overhead, capacidade, resistência e resiliência,

complexidade, atributos termodinâmicos; objetivos desta abordagem científica,funções e evolução de ecossistemas aquáticos; back-to-the-future. - Auto-organização e gradientes ecológicos: geometria fractal aplicada à Biologia e Ecologia, modelagem de redes tróficas de ecossistemas aquáticos, análise da dimensão fractal de 10 atributos ecológicos termodinâmicos, comparações geográficas, precauções para a administração pesqueira mundial.


Dr. Gilberto Mendonça - UEFS

01/10/2021 08:00

Ementa:


Dr. Paulo Sergio de Sena - Centro Universitário Teresa D´Ávila

01/10/2021 08:00

Ementa:

Prof. Dr. Paulo Sergio de Sena

Docente Ms Profissional Design, Tecnologia e Inovação

Centro Universitário Teresa D´Ávila – Lorena SP

Laboratório de Design Sustentável

 

Design Thinking é uma abordagem interdisciplinar utilizada para organizar o processo criativo e gerar soluções eficientes para a diversos problemas e pode ser aplicado aos desafios ambientais que necessitam de processos de imersão e criação de projetos mais coesos, com qualidade e otimizados.

Objetivos:

- Apresentar a metodologia do Design Thinking como alternativa para desenvolver projetos em Ecologia;

- Aplicar o Design Thinking em projetos de Ecologia.

Conteúdo:

1. O que é Design Thinking;

2. Aplicações do Design Thinking;

3. Estudos de casos com Design Thinking;

4. Proposta de uso de Design Thinking em projetos de Ecologia.

Referências:

BJÖRGVINSSON, E.; EHN, P.; HILLGREN, P.A. Participatory Design and

'democratizing innovation', Proc. PDC , p, 41—50, 2010.

MAHER, R. et al. Integrating design thinking with sustainability science: a Research through Design approach. Sustain Sci 13, p.1565–1587, 2018.

MELO, A.; ABELHEIRA, R. Design Thinking & thinking design. São Paulo: NOVATEC, 2010.

RECHE, M. M.; JANISSEK-MUNIZ, R. Inteligência Estratégica e Design Thinking: Conceitos Complementares, Sequenciais e Recorrentes para Estratégia Inovativa. Future Studies Research Journal, São Paulo. 2018


PhD. Camila Rabelo Oliveira Leal - SESI

01/10/2021 14:00

Ementa:

PhD. Camila Rabelo Oliveira Leal - Serviço Social da Indústria, SESI – Indaiatuba - Professora de Programação e Robótica

Histórico de marcadores moleculares (Alozimas, RFLPs, Microssatélites, RAPD, AFLP e SNPs);

Aplicação dos marcadores em estudos ecológicos;

Principais análises de diversidade e estrutura genética (dados de microssatélites serão utilizados como exemplo: estatísticas descritivas de diversidade, AMOVA, STRUCTURE e DAPC);


Dr. Ademir Reis - RAS

01/10/2021 08:00

Ementa:

Conceitos gerais da ecologia da restauração. Diagnósticos de áreas degradadas. Aprendizagem de conhecimentos, técnicas e metodologias utilizadas na reconstrução de solos e na revegetação de áreas degradadas. Uso de técnicas nucleadoras para a restauração de degradadas. Indicadores da restauração ambiental. Métodos de monitoramento de áreas em restauração. Estudos de casos.

Dr. Ademir Reis -RAS- Restauração Ambiental Sistêmica Ltda


Dra. Helena Dutra Lutgens

01/10/2021 14:00

Ementa:

Carga horária: 8 horas

Número de Vagas: 30

Perspectiva do Curso: Destacar o papel social das áreas naturais protegidas.

Objetivos: Contribuir com a formação e instrumentalização de profissionais para atuar de forma crítica e participativa em programas de uso público de áreas protegidas.

Público Alvo: profissionais da área,estudantes e demais interessados.

Estrutura:

 Módulo I (5 horas)

 Programa de Uso Público: Conceituação, Preceitos para o Planejamento e seus Subprogramas. 

1- Noções básicas de planejamento de unidades de conservação e outras áreas protegidas, planos de manejo e programas de manejo.

2- Conceituação de programa de uso público e sua contextualização no manejo das unidades de conservação e outras áreas protegidas

3- Diagnóstico preliminar:

-Categoria de manejo.

-Características ambientais.

-Características sociais.

-Histórico de uso.

3- “Diagnóstico fino”

- Estudo do perfil do visitante

-Estudo da percepção ambiental (da comunidade ou de um grupo específico).

-Estudo da demanda local.

-Estudo da capacidade de carga

4- Subprogramas e suas derivações:

- Educação ambiental

- Interpretação da natureza

-Recreação e turismo

5- Infraestrutura:

- Centro de visitantes

- Placas e painéis

- Exposições

-Trilhas

6- Retroalimentação:

Manejo de impacto da visitação.

Avaliação das atividades e/ou subprogramas pelos visitantes e/ou comunidades.

Módulo II (3 horas)

Trabalho prático em equipe: ensaio de planejamento a partir de uma situação que será apresentada.

- Formação das equipes

- Discussão e conclusões

- Apresentação dos resultados

- Encerramento


Gláucia Cortez Ramos de Paula e Dr. Frederico Alexandre R.D.P. Arzolla

01/10/2021 14:00

Ementa:

Docentes

Bióloga Gláucia Cortez Ramos de Paula (Pesquisador Científico, Instituto Florestal, SP)

Dr. Frederico Alexandre R.D.P. Arzolla (Pesquisador Científico, Instituto Florestal, SP)

 

Carga horária: 6 horas

 

Ementa

 

O presente curso abordará os seguintes temas:

 

Histórico da criação de áreas protegidas e Unidades de Conservação.

 

Sistema de Unidades de Conservação do Brasil

 

Consolidação das categorias de Unidades de Conservação: o Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC

 

Conquistas e inovações do SNUC

 

Mosaicos de Unidades de Conservação e Reservas da Biosfera

 

Processos de criação, adequação de limites e (re) categorização de Unidades de Conservação

 

Sistema de Unidades de Conservação estaduais: Unidades de Conservação, representatividade e lacunas.

 

Planos de manejo e Zoneamento

 

Programas de manejo: Uso Público, Proteção, Regularização Fundiária, Pesquisa e Administração.

 

Estudos de caso.